sexta-feira, 5 de abril de 2013

10 DICAS DE COMO PREVENIR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EM SEU FILHO NO INVERNO.

O inverno é a época do ano que as crianças mais sofrem com doenças respiratórias, mas é possível diminuir essas ocorrências com alguns cuidados simples.

No inverno, as doenças respiratórias afetam principalmente as crianças. Entretanto, com algumas dicas simples é possível evitar as doenças que se manifestam nesta época do ano, por causa das baixas temperaturas, o tempo seco e ao aumento da poluição na cidade. É o que explica o médico Juang Horng Jyh, professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID).
O profissional alerta que o uso de antibióticos está contraindicado, a menos que haja alguma complicação bacteriana. “Se no terceiro dia da doença, o quadro se mantiver ou agravar com persistência de febre, recusa de alimentação, aparecimento de vômitos, cansaço para respirar ou diminuição da urina, é importante levar a criança imediatamente para uma avaliação com o pediatra”, esclarece Horng Jyh.
Menina doente com termômetro na boca segurando seu bichinho coelho de pelúcia - Thomas M Perkins / ShutterStock
Já bebês precisam de cuidados especiais. “Os menores de dois anos de idade são mais propensos a problemas respiratórios severos, pois suas defesas imunológicas ainda são fracas e a capacidade respiratória é baixa. Portanto, se tiverem febre ou aparentemente um simples resfriado, é preciso o encaminhamento ao especialista com urgência”, ressalta o médico.
Nesta época do ano também é necessário ter cuidado com os sintomas da bronquite, doença causada por vírus que atacam os brônquios e bronquíolos (pequenos canais dentro dos pulmões que levam o ar para as trocas de gases) levando ao inchaço na parede destes canais e gerando muitas secreções, o que causa grande dificuldade para respirar, com tosse, cansaço e chiadeira no peito.
Confira as dicas de prevenção:

  1. Não levar os filhos com resfriado para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus para as outras crianças;
  2. Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão perto destas crianças, especialmente, se for um bebê;
  3. Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas do organismo ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;
  4. Manter a vacinação adequada e em dia;
  5. Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;
  6. Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;
  7. Manter os animais de estimação no quintal;
  8. Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;
  9. Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;
  10. Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.
FONTE: http://guiadobebe.uol.com.br/criancas-10-dicas-de-como-prevenir-doencas-respiratorias-no-inverno/

sexta-feira, 22 de março de 2013

O IDEAL É EVITAR QUE SEU FILHO, EM QUALQUER IDADE, CONVIVA COM ESCADAS!!!!



 Na medida em que se tornam mais independentes, quando começam a engatinhar e a desenvolver a mobilidade, os pequenos passam também a ter de enfrentar mais perigos dentro de casa. Em moradias com dois ou mais pisos, correr riscos é rotina se a escada não for bem protegida e se o pequeno não for ensinado a subir e a descer corretamente. Deixar mais seguro o sobe-e-desce dos degraus é uma forma de cuidar do seu filho.
O ideal é evitar que o pequeno, em qualquer idade, conviva com a escada, pois eles podem causar quedas que acabam em hematomas, galos, fraturas e até lesões mais graves, como coágulos no cérebro. No entanto, de acordo com a pediatra Cynthia Regina Tangari Coelho, presidente do Comitê de Segurança Infantil da Sociedade Mineira de Pediatria, em casas com escada, a forma mais eficiente de prevenir acidentes é protegê-la com aparatos especiais.
É indicado que as escadas pisadas frequentemente pelos pequenos tenham corrimão e anteparos dos dois lados, que podem ser parede, grade ou rede. Se for grade, a distância entre as hastes deve ser de, no máximo, 10 centímetros. Caso esse espaço seja maior, o ideal é ainda instalar redes na lateral. Os degraus devem ter, no máximo, um palmo de altura, e o ideal é que haja grades no topo e embaixo da escada, para servir como cancelas. Usar um material antiderrapante também pode ajudar a evitar as quedas, mas, mesmo assim, mamães devem estar atentas para que os pequenos não andem só de meia dentro de casa.
Na rua, os cuidados devem ser redobrados. Dê a mão para o seu filho menor de três anos sempre que ele for subir ou descer. Curvas bruscas, como aquelas escadas em espiral, devem ser evitadas, assim como degraus em brinquedos com altura nas pracinhas que não tenham piso adequado para absorver o impacto. Na escada rolante, o pequeno deve estar sempre de pé ou no colo dos pais, e não pode pisar na faixa amarela.
Em caso de quedas nas escadas, os pais devem ajudar o pequeno a se levantar e verificar se não houve lesões, tirando a roupinha e conferindo se não há nenhum sangramento. Também é indicado testar o equilíbrio da criança, observando se caminha normalmente, e a fala. Se estiver tudo bem, é só observá-la durante as 24 horas seguintes ao acidente. Em caso de qualquer sinal anormal, os pais devem procurar o pediatra ou um pronto-socorro. "É melhor levar ao médico por excesso de zelo do que não tratar a lesão por omissão", indica a pediatra Cynthia.
A coordenadora das ações educativas da ONG Criança Segura, Lia Gonsales, sugere que a prevenção de acidentes nas escadas comece com a educação das crianças a subir e descer. Pais precisam ensinar os pequenos que eles devem andar devagar, sempre segurar no corrimão ou dar a mão para um adulto e evitar brincadeiras próximas aos degraus. O modelo de comportamento perto das escadas começa com os pais, que também devem respeitar as regras ensinadas aos pequenos para evitar acidentes.
Fonte:http://mulher.terra.com.br/vida-de-mae/apos-uma-queda-da-escada-teste-fala-e-equilibrio-da-crianca,4450b3b3095bc310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

sexta-feira, 15 de março de 2013

EDUCAÇÃO INFANTIL:VANTAGENS ATÉ PARA A ECONOMIA MUNDIAL.






 O mundo está em constante mudança com a revolução da informática e dos meios de comunicação. Estamos diante de um fenômeno de massificação e da falta de capacidade de pensar, fazer análises críticas e, consequentemente, diante de uma crise de valores.
As empresas sentem que, para continuarem competitivas no mercado, precisam de pessoas inteligentes (com racionalidade) e de caráter (com virtudes).
Para isso é preciso começar cedo: a sociedade deve investir na educação nos primeiros anos de vida das crianças.
Pesquisas e projetos de investimento na educação maternal e infantil em países como  Estados Unidos
e Chile revelaram que investir no desenvolvimento infantil gera grandes benefícios em todas as dimensões.
O período de 0 a 6 anos de idade é o de maior otimização e resultado pois 85% do desenvolvimento das capacidades intelectuais se dá até os 6 anos de idade. O mesmo ocorre no desenvolvimento do caráter, pois as crianças de 0 a 3 anos estão no período sensitivo dos hábitos bons da higiene, alimentação, sono e ordem e de 4 a 8 anos, da sinceridade, obediência, sociabilidade, constância e fé. Nesta fase pode ser promovida nas crianças a aquisição de hábitos bons antes que se arraiguem vícios. Uma eficaz prevenção contra drogas, por exemplo, começa nesta fase, onde são criadas as bases para o desenvolvimento da auto-estima, disciplina e força de vontade.

Nos Estados Unidos foi realizado um estudo científico: High/Scope Perry Preschool que identificou os benefícios de uma educação pré-escolar de alta qualidade. De uma amostra de 123 crianças afro-americanas pobres de 3 e 4 anos, 64 receberam uma educação infantil de qualidade: tinham que planejar, fazer e rever as suas próprias atividades, as professoras eram bem treinadas e assessoradas e havia envolvimento dos pais das crianças no processo educativo, por meio de visitas semanais a suas casas. O grupo das crianças foi acompanhado até os 40 anos de idade e comparado com o outro grupo de 59 crianças que não tiveram a mesma educação pré-escolar.
As conclusões foram impressionantes: um retorno de US$17,00 para cada US$1,00 investido na educação pré-escolar. Quase metade das crianças do projeto Perry atingiu a média nacional de notas aos 14 anos versus só 15% das crianças do outro grupo de controle. Também 60% das crianças que estudaram no projeto Perry, aos 40 anos ganhavam US$20.000,00 por ano, comparado a 40% do grupo de controle. As crianças também tiveram índices mais baixos de criminalidade e de uso de drogas.
No Chile, foi criado em 1982 o Programa “Conheça o Seu Filho”, uma iniciativa educacional projetada para focalizar mães e crianças carentes vivendo em áreas rurais. (Publicação Banco Mundial)
Líderes comunitárias habilitadas ajudam a treinar e formar as mães para educarem seus filhos, tanto na parte intelectual como formativa. Em 1994, o Ministério da Educação avaliou os resultados das mães e crianças que tinham participado do Programa, em comparação com um grupo de controle:

  • As crianças tiveram melhores resultados no desenvolvimento intelectual
  • Tinham melhor desenvolvimento e coordenação de linguagem
  • Melhores notas em matemática, leitura e escrita no ensino fundamental
  • As mães tinham uma melhor atitude e prática no cuidado de seus filhos e na estimulação intelectual: liam para seus filhos e facilitavam o acesso aos livros
  • As mães demonstraram uma maior auto-estima e capacidade de resolução dos problemas.
Em síntese, eram mães profissionais.
Portanto, se é verdade que a solução dos nossos atuais problemas e o futuro da nossa sociedade está na educação, não é menos verdade que o futuro da educação está nos aprendizados realizados nos primeiros anos de vida de nossas crianças.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

BULLYING E AS CRIANÇAS COM SOBREPESO

Bulling é um tema que repercute atualmente não apenas no cenário escolar, mas possui desdobramentos noutras instâncias da vida dos sujeitos.   Anna Carolina Lemos(2007) conceitua o bulling escolar, como "um conjunto de atitudes agressivas intensionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidenre, adotado por um ou mais alunos contra outros, causando angústia e sofrimento.   Insultos, intimidações, apelidos cruéis,gozações que magoam (...) " e para que este ocorra o fenômeno envolve o agressor, a vítima e os espectadores.   O distanciamento das situações vivenciadas na escola tem a possibilidade de serem resolvidas sem o conhecimento sobre tema?   Se o objetivo está em resolver as questões relacionadas ao bullyng, é preciso buscar formação que subsidia a escola e confia o alicerce necessário como a participação em palestras, wokshops, roda de conversa, grupo de estudos, congressos, simpósios, dentre outras capacitações.   O interesse na pesquisa deve estar presente, caso contrário, continuaremos com sua presença assustadora atingindo nossos alunos, o que pode provocar futuramente índices de evasão escolar.
Durante uma entrevista concedida a Revista Nova Escola, Eric Debarbiuex(2009) retrata alguns posicionamentos a respeito do tema e como ele o tem vivenciado na realidade escolar. Destacaram três perguntas: "É possível determeninar as causas desse problema? O professor, de modo geral, é um profissional preparado para lidar com a violência na escola? A solução está na gestão escolar? Como resposta o autor coloca que este fenômeno acontece em nossas escolas mediante fatores múltiplos e "um deles é o pessoal, ligado ao temperamento de cada um, mas também influenciado pela relação família e  meio social; o outro elemento é o ambiente que a escola tem formado.   Por exemplo, a estabilidade da equipe docente e a clareza das regras escolares são aspectos determinantes para que se alcance a proteção almejada."
Na luta ao combate e preservação é necessário estarmos capacitados para detectar o processo e trabalharmos em prol dos alunos vitimizados pelo bullyng.   Dedicamos este espaço a abordar o bullying relacionado ao sobrepeso, em especial para algumas abordagens com pares e colegas de áreas afins que com suas experiências contribuam com a concepção que a sociedade possui do bullying e nos mostra o cotidiano de seus consultórios e salas pedagógicas, realidades que presenciam e mostram aos sujeitos suas habilidades e limitações. Se o indivíduo, ao tomar consciência de suas especificidades, não trabalhá-las consigo mesmo, o caminho a ser percorrido é mais difícil, pois a aceitação deve partir em primeiro lugar da pessoa e o meio torna-se uma parte que facilita e proporciona mais vitalidade a ela. 
Quando o sujeito toma consciência do seu corpo, é possível que também permita isso aos outros. Cada um tem um tempo e um momento para aceitar tudo o que o mundo oferece; as compatibilidades, as diferenças e assim por diante.   O papel que a escola precisa desempenhar em relação ao bullying com as crianças em sobrepeso é o de amenizar qualquer distância que nospreza ou impossibilita o outro de mostrar o seu potencial.   No caso desses alunos, uma ferramenta que pode auxiliar no sistema educacional é a educação e/ou reeducação alimentar regrada da importância desde cedo de uma alimentação regrada, saudável que possa habilitá-los a uma vida menos sedentária e com uma probabilidade menor de problemas cardíacos, dentre outras complicações.   O importante é focar o aumento da longevidade de cada um. 
É certo que nesse processo deve haver a motivação intríseca (dentro para fora) e extrínseca(fora para dentro) do sujeito. No entanto, constata-se que os alunos que sofrem bullying apresentam quadros depressivos, autoestima baixa, desmotivação, dentre outros sintomas.   Por esses motivos, as pessoas e diretamente as com sobrepeso contam com o apoio da escola, da família, dos amigos e das equipes multidisciplinares  para que possam ser orientadas.   Essa mobilização talvez seja uma alternativa, assim como também proporcioná-los a participação em feiras culturais, exposições diálogo com outros colegas, visita em supermecados, restaurantes que tenham a presença de uma nutricionista e assim por diante. Este trabalho pode colaborar na ação dos colegas com aqueles que têm uma característica física diferente, o que não minimiza sua potencialidade enquanto aprendiz e futuros profissionais, ou seja, é possível evitar e aos poucos sanar as brincadeiras impróprias, os apelidos pejorativos, as agressões e a exclusão dos gurpos de amigos, dentro e fora da escola. Como mestre e pesquisadora da Educação entendo que é possível compreender que a escola precisa ser trabalhada e desenvolvida para que a tomada de consciência aconteça desde a equipe pedagógica, a administrativa e os discentes.   Na escola uma das providências que pode colaborar com a ausência do sobrepeso e com o bullying  direcionando a essas pessoas são as orientações nas lanchonetes oferecendo alimentos mais saudáveis, com teor calórico menos elevado e concomitantemente o desenvolvimento desse conteúdo em sala de aula com as crianças.   A família deve conhecer esse caminho e motivá-las a tomar essa atividade e trilhá-la como objetivo de vida.
A endocrinologista Luciana de S. Caminhada, baseada nos dados coletados durante a elaboração de sua dissertação de mestrado na Universidade Federal do RJ, ressalta a realidade dos tempos modernos, pela qual a prevalência das crinaças obesas faz com que essa condição tenha se tornado um problema de saúde pública prioritário - sabe-se que nos Estados Unidos 17% das crinaças de 2 a 19 anos são obesas. No grupo de adolescentes de adolescentes a obesidade triplicou nos ultimos 30 anos( passou de 5% para 18% nessa faixa etária). A causa é a diferença entre a quantidade de caloria consumida e utilizada para o crescimento, desenvolvimento, metabolismo e atividades fisicas. Os fatores associados são genéticos, comportamentos e ambientais: a obesidade é multifatorial na infância.   Pode-se contemplar que houve uma mudança na disponibilidade dos alimentos ricos em açucar e gordura e um aumento das porções consumidas.   Além disso, a falta de atividade física tem imortante papel na obesidade, pois as crianças estão passando mais tempo em atividades sedentárias como, por exemplo, televisão, vídeo game e computadores.
A obesidade infantil pode ter inúmeras conseguências, inclusive na vida adulta.   Os problemas de saúde não são apenas físicos, mas também psicológicos.   As crianças com sobrepeso têm uma imagem corporal negativa, que leva a uma baixa autoestima; sentem-se ansiosas em relação ao peso, discriminadas e estigmatizadas por colegas e adultos.   Isto tem  conseguência no comportamento, além de afetar negativamente seu progresso acadêmico e social.   Da mesma maneira, o tratamento deve ser multidisciplinar e incluir vários profissionais. É de extrema importância a intervenção na família e na escola, com planos que possam mediar o estilo de vida saudável.   A piscicóloga, pedagoga, supervisora escolar e mestranda em gerontologia, Juliana Batista Lima, explica que o bullying é uma prática de exclusão social cujos principais alvos costumam ser pessoas mais retraídas, inseguras.   Essas características acabam fazendo com que elas não peçam ajuda e, em geral, elas se sentem desamparadas e encontram dificuldades de aceitação.   São presas fáceis, submissas e vulneráveis aos valentões da escola( da onde decorrer o termo bullying, que não tem um correspondente em português.   Em inglês refere-se à atitude de um bully - valentão), e muitas vezes passam desapercebidas a quem realmente pode ajudar, pais e equipe  técnica.   No caso das crianças com sobrepeso está marcada em seu corpo a inadequação, assim como deficientes físicos, tornando cada vez mais dificil o rompimento desse ciclo de violência.
Nesta perspectiva podemos ter uma prévia de como essas crinaças chegam ao consultório, bastante sofreidas; e mesmo assim sabemos que a amior parte não chegará a um atendimento, em alguns casos nem ao reconheciemnto da situação, por isso a principal forma de lutar para eviatr o bullying é investir em prevenção e estimular a discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos. Orientar os pais para que possam ajudar, pois os mesmos devem estar sempre alerta para o problema, seja o filho vítima ou agressor, ambos precisam de ajuda e apoio piscicológico.   Em muitos casos é esquecida a prática de cuidar do agressor, este também pede por socorro.
É importante alertar as famílias quanto à ausência de limites, a tolerância excessiva dos pais, a falta dessa perante frustações, violência física ou emocional e a ausência de carinho - estes são fatores que porvocam comportamentos inadequados de agressividade, dentre eles o bullying.   Com isso, a adoção de programas preventivos continuados em escolas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental tem mostrado ser uma das medidas efetivas na prevenção do consumo de álcool e drogas e na redução da violência social(bullying),assim como na escola.
Cristiane F. X. Teixeira, fisoterapeuta da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência (SEPED),  traz suas contribuições para o tema conforme seus conhecimentos e práticas dentro do hospital: ela revela que o reconhecimento da família e seu envolvimento no processo de modificação do estilo de vida da criança, bem como o suporte da escola são de fundamental importância. è o conjunto de atividade física, alimentação correta, suporte familiar e psicológico que dão bases para se combater a obesidade infantil e o bullying.   A falta de informações e conscientização levam a erros de condutas e preconceitos, por esse motivo é importante que todos estejam envolvidos na identificação e combate ao bullying.

FONTE:  por Ana Regina Caminha Braga e couatoras: Cristiane Teixeira, Juliana Batista Lima, Lorena Faria Loureiro e Lucinda de S.Caminha.





segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A FUNÇÃO DA LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Há necessidades de se ir além dos exercícios de lápis e papel desprezando ou negligenciando o brincar. É urgente resgatar o lúdico no processo ensino-aprendizagem.   Vivemos em uma sociedade de produção, o que tem levado as instituições educacionais a desenvolverem um modelo de educação "engessa" e" massifica" , qual a atividade lúdica e espontânea tem espaço tão restrito e limitado que praticamente não surte efeito.   
As crianças estão perdendo o "espaço" de brincar, que cada vez mais está afastando-as do seu cotidiano e ainda recebem estímulos para que, desde cedo, integrem-se ao chamado "mundo adulto".
Apesar de muitos educadores deixarem seus alunos brincar, a efetiva brincadeira está ausente na maior das classes de educação infantil e na medida em que as crianças crescem, menos brinquedos, menos espaço para brincar existem.   Quando aparece, é no pátio, no recreio, no dia do brinquedo, não sendo considerada uma atividade legitimamente escolar.
Todo ser humano, sendo adulto, criança ou jovem, precisa da brincadeira e de alguma forma de jogo, sonho e fantasia de viver. A capacidade de brincar abre uma possibilidade de decifrar enigmas que nos rodeiam.   A brincadeira é o momento sobre si mesmo e sobre o mundo, dentro de um contexto de faz de conta.
Muitos teóricos, filósofos e pensadores contribuíram com pesquisas que confirmam que brincar é mais do que uma atividade sem consequência para criança.  Brincando, ela não apenas se diverte, mas recria e interpreta o mundo em que vive e, assim, se relaciona com este mundo. brincando, a criança aprende.
A brincadeira é a estrada que a criança percorre para chegar ao coração das coisas, para desvelar os segredos que lhe esconde um olhar surpreso ou acolhedor, para desfazer temores, para explorar o desconhecido...
Brincando, as crianças recreiam o mundo, refazem os fatos, não para mudá-los, simplesmente, ou para contestá-los, mas para adequá-los aos filtros da compreensão. E há dois tipos de filtros: o cognitivo e o afetivo.   Algo pode caber ao cognitivo, mas não ao afetivo. O brinquedo e o jogo facilitam o trânsito do cognitivo,mas não do afetivo.
por meio da brincadeira é que as crianças começam a desenvolver a sua sociabilidade e sua criatividade. É no brincar também que a criança encontra diferentes formas de expressão por meio da linguagem.  Portanto, fica claro que o ato de brincar é essencial para o desenvolvimento infantil.
O brinquedo educativo e o brincar são imprescindíveis no aprendizado de nossas crianças.   Ensinar é uma tarefa não repetitiva, a cada dia um novo desafio.   Os alunos nunca são iguais; nem uma classe é a mesma de um dia para o outro.   O mundo ao redor da sala de aula muda constantemente  o próprio professor muda.  O professor tem a oportunidade de ser criativo com todas essas condições mutáveis.   O ideal é que ele rejeite a "mesmice", isto é, a alternativa de recair em uma ação habitual, sem reflexão, e se empenhe na implantação de um processo criativo.
É no brincar que o individuo criança ou adulto pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral, e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu.

Paty Fonte(Patrícia Lopes da Fonte) -Revista  Projetos Escolares para Creches.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

SURPREENDA ALGUÉM NESTE NATAL!!

 

 

“Receber uma coisa simples de alguém que você gosta lhe mostra que aquela pessoa pensou em você, que você fez parte do dia dela, e esta é uma sensação indescritível. Agora ajudar a uma criança que não tem de quem esperar algo, pode fazer diferença à mesma por toda a vida.”

Surpreender não é apenas dar presentes, mas surpreender com gestos de amor, de bondade e de carinho com as pessoas.
Gesto de bondade não é sair dando presente para as pessoas ou ajudando a alguém que está pedindo ajuda.
É demonstrar por meio de pequenos gestos a importância do próximo.
Não precisa ser muito coisa.
Simples e pequenos gestos já podem deixar muitas pessoas felizes ainda mais se vindos de alguma pessoa que nunca faz isso.
Carinho é uma forma simples de demonstrar amor, ato capaz de mudar totalmente a vida de alguém.
Faça para os outros o que você gostaria que fizessem com você.
Você não gosta de ser bem tratado, elogiado.
Não quer sempre se sentir amado?
Então ame, e demonstre sempre os seus sentimentos, goste das pessoas e demonstre que você gosta.
O Natal é o momento ideal para dar e receber surpresas. Surpreender com atitudes positivas, não tem preço.
Surpresa é uma palavra gostosa.
Só de falar já imaginamos algo inesperado, criativo, que dá um toque diferente à nossa vida.
"Receber uma coisa simples de alguém que você gosta lhe mostra que aquela pessoa pensou em você, que você fez parte do dia dela, e esta é uma sensação indescritível"
Para surpreender alguém, ao contrário do que algumas pessoas pensam, não é necessário muito esforço.
São os pequenos detalhes que fazem a diferença.
Que tal surpreender alguém ainda hoje!
O primeiro passo para fazer uma surpresa para alguém é ter discrição e criatividade para fazer de um pequeno instante, um grande momento!
Surpreenda as pessoas da sua vida.
Surpreenda seus filhos, seus pais e avós, seus irmãos e parentes.
Surpreenda o amor de sua vida.
Surpreenda, teus amigos, teus colegas de trabalho.
Surpreenda seus parceiros, colaboradores, clientes e fornecedores.
Seria tão bom se todos pudessem ou soubessem surpreender os outros.
Não precisa ser muito coisa.
Simples e pequenos gestos já podem deixar muitas pessoas felizes ainda mais vindos de alguma pessoa que nunca faz isso.






Com as festas de final de ano se aproximando, o espírito natalino de ajudar o próximo costuma tomar conta da maioria das pessoas que desejam de alguma forma tentar mudar a vida de quem não desfruta do privilégio de ter a mesa farta de guloseimas e nem a chance de participar da tradicional troca de presentes.

Nesta data importante, repleta de ternura e solidariedade, tornar o Natal de crianças e famílias carentes mais alegre e divertido, seja com um brinquedo, roupa ou calçado novo ou, até mesmo, por um abraço apertado e sorriso gostoso, é uma injeção de ânimo não só para quem recebe o gesto de carinho, mas principalmente para quem deseja fazer uma boa ação.

Em todo o Brasil, com tanta gente precisando e diversas instituições empenhadas em ajudar, o que não faltam são oportunidades para aqueles que desejam dedicar um pouco de seu dinheiro ou tempo livre em prol dos mais carentes. Basta se identificar com um projeto social e deixar o despertar o bom velhinho que há em você. Confira:

Papai Noel pelos Correios
Todo ano, desde 1994, os Correios recebem milhares de cartas de crianças com pedidos de presentes para o bom velhinho, mas engana-se quem pensa que as cartinhas não são lidas ou simplesmente ignoradas. Envolvida pela magia do Natal, a instituição separa o material enviado pelos pequenos para que voluntários de todo o País ajudem a ler e responder cada cartinha e, se possível, adotar uma delas para doar presentes.

De acordo com a campanha, cada mimo ofertado deve ser entregue pelos padrinhos nos pontos divulgados pelos Correios, que posteriormente cuidará gratuitamente da entrega. Em 2012, a iniciativa promovida pela instituição deve ter início no mês de novembro em todo o Brasil. Para mais informações, basta acessar o site dos Correios (www.correios.com.br) ou ir até a agência mais próxima.

Natal Permanente da LBV
Com o objetivo de oferecer um Natal sem fome e mais feliz a milhares de famílias carentes, a Legião da Boa Vontade (LBV) promove, tradicionalmente, a campanha "Natal Permanente da LBV - Jesus, o Pão Nosso de cada dia". A iniciativa busca arrecadar neste ano mais de 900 mil quilos de alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, óleo e açúcar, a serem entregues para famílias atendidas pelos programas socioeducacionais e apoiadas por organizações parceiras da instituição.

As doações podem ser feitas pelo site da campanha "Eu ajudo a mudar" (www.euajudoamudar.org) ou nos Centros Comunitários de Assistência Social da LBV. Os endereços podem ser consultados no site da instituição (www.lbv.org.br).

Meu Papai Noel
Iniciativa da ONG Brinquedos para Todos, que existe há mais de dez anos, a campanha "Meu Papai Noel" recebe doações de brinquedos e material escolar de voluntários que ainda podem se transformar no bom velhinho nas vésperas do Natal. O projeto também promove oficina de manutenção de brinquedos, onde acontece o concerto de peças e o embrulho dos presentes doados pelos participantes. Os interessados já podem se inscrever no site do projeto (www.meupapainoel.com.br).

Natal dos Amigos da Unicef
Desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a iniciativa "Natal dos Amigos da Unicef" permite que os voluntários montem um cartão de Natal personalizado, envie-o aos amigos e familiares e, ao mesmo tempo, faça muitas crianças felizes com uma doação em dinheiro. Mais informações podem ser obtidas na página da campanha (www.nataldosamigos.com) na Internet.

Campanha Natal sem Fome dos Sonhos
Idealizada pelo sociólogo Herbert de Souza, em 1993, a Campanha "Natal sem Fome dos Sonhos" da ONG da Ação da Cidadania busca despertar a sociedade para o problema da fome de milhares de crianças em todo o Brasil por meio de doações de alimentos. Os interessados em participar do projeto, presente em várias cidades do País, podem obter mais informações no site da instituição (www.acaodacidadania.com.br). 

E não se esqueça, surpreenda sempre, surpreenda hoje, amanhã e sempre que puder.
Você não vai se arrepender!



Fonte: Nelson Henrique Periera - http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/surpreenda-alguem-neste-natal/67958/

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/natal/noticias/0,,OI6283941-EI19107,00-Saiba+como+contribuir+com+boas+acoes+neste+Natal.html

 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

CUIDADOS IMPORTANTES COM AS CRIANÇAS DURANTE O VERÃO.


É verão e, geralmente, época das férias escolares, quando as crianças têm mais tempo para brincar, ir à praia, andar de bicicleta, divertir-se e gastar suas energias.

É também o período em que os pais devem tomar alguns cuidados especiais com a saúde infantil, pois o calor proporciona condições ideais para a proliferação de certos males à saúde dos pequenos.


Segundo o pediatra Guilherme Maia, as doenças mais freqüentes no verão são aquelas associadas à perda de líquidos e, consequentemente, à desidratação, que pode ser causada por diarréias, vômitos ou suor intenso. “Mas, os pais não precisam se desesperar: para tudo existe prevenção”, explica.
De acordo com o pediatra, é aconselhável que as crianças sejam mantidas em ambientes arejados, com sombra, e ingerindo líquidos. As frutas e os legumes devem ser sempre bem lavados.
O principal sintoma de uma criança desidratada é a sede. Por isso, deve-se sempre oferecer líquidos à criança, sem esperar que ela peça. Se houver suspeita de desidratação, o soro caseiro é indicado, podendo ser feito a partir de uma colher de sopa de açúcar e uma colher de cafezinho de sal, misturadas em um litro de água.
“No caso de vômitos, dê alimentos leves à criança e procure o pediatra para indicar um remédio, se for necessário”, alerta Guilherme Maia.

Além dos cuidados com o sol, os pais que levam seus filhos à praia ainda devem tomar outros tipos de precaução, principalmente em praias poluídas. “Os pais devem ficar atentos para que o bebê não engula areia ou água do mar, e prefira encher a piscina dobrável com água doce.

Para evitar a contaminação por micoses, o bom é forrar sempre a areia com uma toalha. Mas, caso a criança seja contaminada, é preciso procurar um dermatologista, que indicará o tratamento específico.

As queimaduras solares e as micoses são mais freqüentes, e nesta época aumenta o número de acidentes por causas externas”, explicou o pediatra.

Algumas dicas para um verão mais tranqüilo com as crianças:

Protetor solar

O uso de protetores solares com fatores entre 15 e 50 é indispensável, mesmo nos dias nublados. Muitas vezes, a brisa não permite que as crianças reclamem da queimadura de sol, sendo responsabilidade dos pais levá-los a uma sombra sempre que notar vermelhidão na pele.

Mas, não se deve deixar de expor a criança ao sol, uma vez que o passeio ao ar livre faz bem à saúde, como também é essencial para que o organismo absorva, por exemplo, a vitamina D. O ideal é manter as crianças longe do sol forte, sempre bem hidratada e usando roupas leves.



Água e alimentação

Em relação à alimentação, deve-se evitar comidas muito temperadas, frituras e outros alimentos de difícil digestão. Dê preferência a frutas e legumes, que contenham uma alta dose de água na composição.

É preciso levar em conta que esses produtos são perecíveis e, especialmente no verão, têm menor duração. “Deve-se perder o medo de ser chamado de farofeiro, mas o certo é levar frutas e água, evitando assim os produtos industrializados”, explica o pediatra Guilherme Maia.

Afogamento

Nunca deixe crianças sozinhas em praias ou piscinas. Coloque sempre bóia nas crianças. “Elas devem estar sempre acompanhadas por um adulto, e o ideal é um adulto para cada criança. E se o mar estiver forte, deve-se evitar o banho”, alerta o pediatra.

Água de praias
Além de cuidados com o sol, os pais devem tomar outros tipos de precaução, principalmente em relação à qualidade da água das praias.

Fique atento para que a criança não beba água do mar ou engula areia. Para os menores, opte por levar uma piscina inflável e a encha com água doce, embaixo do guarda-sol.

Queimaduras

Outro perigo constante nas praias é o de queimaduras por contato com águas-vivas. Nesses casos, deve-se lavar o local com água fria corrente e, conforme a gravidade da queimadura, procurar assistência médica.

Inflamações

Mas não são apenas as praias que trazem riscos: a freqüência às piscinas também exige cuidados. É comum a ocorrência de inflamações nos olhos, que podem ser causadas, tanto por agentes infecciosos presentes na água, quanto por substâncias químicas, principalmente o cloro.

“Não se modifica um afogamento, pode-se evitar. Praia não é lugar perigoso, e os pediatras devem alertar os pais. Enfim, adotando medidas simples, o verão dos pais e filhos estará mais seguro e com diversão garantida”, finalizou o médico Guilherme Maia.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SAIBA COMO ESCOLHER UMA BOA ESCOLA PARA SEU FILHO.


Ao fazer a opção por uma escola você escolheria o que é mais conveniente ou o que é melhor para seu filho?
Prestar atenção em detalhes faz toda a diferença na escolha de uma boa escola. Fatores como projeto pedagógico, qualidade de ensino, profissionais capacitados, segurança e limpeza são alguns deles.  Atualmente não basta apenas uma escola cuidar com dedicação de seus alunos, tem que seguir à risca algumas normas e aspectos educacionais.   Pesquisas do mundo todo mostram que a frequência desde cedo à creche e à pré-escola causa efeitos altamente positivos na vida da garotada.
Diante disso alguns questionamentos devem ser feitos:
Não existe Proposta pedagógica ideal. O que existe são escolhas das famílias diante da proposta que ela mais se identifica. De forma geral, as propostas podem ser divididas em três tipos: a tradicional, a lúdica e a socioconstrutivista. A primeira prioriza a disciplina e o cumprimento de regras. O foco do segundo tipo são as brincadeiras, mas com menor preocupação pedagógica. O terceiro é defendido por referenciais nacionais e é forte em planejamento de situações de aprendizagem, em que há a intenção clara de conteúdos para cada faixa etária. Por exemplo, atividades divertidas com bacias cheias de água e objetos de diferentes pesos são excelentes para trabalhar o tema da flutuação com crianças de 4 a 5 anos, assim como "caixa surpresa", onde se pode trabalhar texturas, cores e cheiros diferentes para crianças a partir de 1 ano de idade. Em todos os projetos, observe se há trabalhos com  valores, como a cooperação e o respeito às diferenças. Quanto mais próximos aos da sua família, melhor.
Segurança é um item muito importante na escola, dê preferência às que não possuem escadas, evitando assim acidentes. Se houver janelas em um segundo andar, o ideal é que tenham telas de proteção. As tomadas devem estar cobertas e os produtos de limpeza mantidos fora de alcance dos pequenos. As salas precisam ser arejadas, além de banheiros e trocadores por perto.
Com relação ao número de crianças por sala, municípios e estados têm uma resolução diferente para a quantidade ideal de crianças por professor. Segundo o Conselho  Nacional de Educação, cada um deve cuidar de seis a oito crianças de até  2 anos, de 15 crianças até 3 anos e de 20 crianças de 4 até 6 anos. Na rede particular esta questão é um pouco diferente, nas creches e escolas que buscam um atendimento de maior qualidade como um dos diferenciais da Instituição, está a redução do número de crianças por profissional e por turma.
Muitos pais podem temer algum descuido com o filho, por esta razão algumas Instituições trabalham com um número reduzido de crianças, visando um atendimento mais personalizado. No entanto, é preciso compreender que uma escola é bem diferente do zelo típico do ambiente familiar: lá as crianças vão ter de dividir a atenção e esperar em alguns momentos (o que é importante para formação dos pequenos), mas há a vantagem de receber cuidados profissionais e conviver, desde cedo, com outros  meninos e meninas da mesma idade.
Escolas que oferecem alimentação dentro de seu cronograma devem ter uma nutricionista para acompanhar o processo alimentar de cada aluno, pois há casos de alergias e intolerâncias a certos tipos de alimentos ou derivados. A alimentação oferecida pela escola deve ser balanceada, atendendo a todas as necessidades da criança afim de que ela tenha um bom desenvolvimento. As crianças que se alimentam pela escola têm possibilidades de se desenvolver melhor, decorrente de uma alimentação mais completa. Além disso, o momento das refeições com os coleguinhas, além de ser divertido, estimula a criança a fazer uma boa alimentação, pois tendem a experimentar o que o coleguinha está comendo.
Optar por um ensino de qualidade, estrutura pedagógica moderna e profissionais capacitados deve ser prioritário na hora da escolha. Se a escola estiver perto de casa, no mesmo bairro ou no entorno, viabiliza a presença dos pais de forma mais rápida. Hoje encontramos no Município de Vila Velha excelentes Instituições, atendendo assim à excelência em qualidade pedagógica e à proximidade de casa, evitando longas viagens, estresse e engarrafamentos junto com a criança pequena.
Nem sempre a escola mais cara traz vantagens significativas, mas, por outro lado, dificilmente uma boa Escola terá um valor reduzido de mensalidade, pois qualidade habitualmente custa caro. O que observamos é que um projeto pedagógico moderno, capacitação de funcionários, qualidade e quantidade de profissionais e número de crianças por turma impactam mais ou menos o valor das mensalidades..
Alguns pais optam por tirar a criança de uma creche escola aos 3 ou 4 anos por achar que já é hora de estudar. Tal pensamento é mito, pois hoje as creche escola funcionam como o primeiro nível do ensino, alfabetizando seus alunos para o 1º ano do ensino fundamental. Mudar de escola antes do término de um ciclo (ensino infantil, ensino fundamental I, ...) além de atrapalhar a continuidade do projeto pedagógico, interrompendo assim uma linha de atuação, interrompe-se também o processo de socialização com outros coleguinhas. Até os 5 anos, as crianças  criam vínculos fortes com as pessoas próximas porque ainda são muito dependentes. Mudar de escola só deve ser feito quando as necessidades do seu filho não estão sendo atendidas ou quando financeiramente os pais não conseguem manter a criança na instituição de ensino. Mas conversar e tentar entrar em consenso com a diretoria da escola é a melhor solução antes de qualquer decisão. Caso não haja outra forma e seja necessária a mudança, o acompanhamento de pessoas próximas na fase da adaptação é importantíssimo para o seu filho. Ele vai se sentir mais seguro, protegido e se adaptará ao novo de forma melhor e gradativa.
 
Com as dicas acima, Manisa Barros Leão Borges, psicopedagoga, proprietária da creche escola Leão Marinho, afirma que os pais poderão ficar tranqüilos na escolha de uma boa creche escola para seu filho.
Há dez anos a creche escola Leão Marinho presta serviço de excelência no Município de Vila Velha. A Instituição de ensino entende a importância de uma boa formação na educação infantil e, para os que quiserem conhecer melhor a proposta do CEI Leão Marinho, os contatos para atendimento são: escolaleaomarinho.blogspot.com, 3311-8211 ou 3239-4152.

TRANSPORTE ESCOLAR, QUAIS OS REQUESITOS NECESSÁRIOS PARA A SEGURANÇA DO SEU FILHO!!

Pensar em segurança quando se trata de transporte escolar e transporte de crianças não é absurdo querer sempre a maior possibilidade de segura para a criança ou passageiro escolar, pois quem é que ficará tranqüilo sabendo que os transportes escolares que seus filhos utilizam todos os dias não possuem a segurança necessária que é exigida, ou ainda qual responsável não se importará em adequar sua condução para o transporte de crianças, para que se tenha uma segurança maior e sem maiores preocupações.
Transporte escolar de jovens e crianças no Brasil
Em relação ao transporte escolar o Código Nacional de Trânsito determina que os veículos destinados à condução coletiva de escolares devem ser autorizados pelos Detrans estando em conformidade aos seguintes requisitos:
1) registro como veículo de passageiros;
2) inspeção duas vezes ao ano, para verificação dos itens obrigatórios e de segurança;
3) uma faixa amarela com a inscrição “ESCOLAR”, à meia altura e em toda a extensão das partes laterais e traseira da carroçaria;
4) equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo;
5) lanternas de luz branca, fosca ou amarela dispostas nas extremidades da parte superior dianteira e lanternas de luz vermelha, na extremidade superiora da parte traseira;
6) cintos de segurança em número igual à lotação do veículo;
Não somente o veículo possui suas obrigações a cumprir, mas também o condutor do transporte coletivo precisa obrigatoriamente ser maior de 21 anos; ser habilitado na categoria D; não ter cometido nenhuma infração gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias durante os 12 últimos meses e deve ser aprovado em curso de especialização.
Transporte Escolar de Crianças
Já para o transporte de crianças o Código Brasileiro de Trânsito determina que, em veículos de passeio, as crianças devem obrigatoriamente ser transportadas no banco traseiro até os 10 anos de idade, não deixando de utilizar o cinto ou algum dispositivo de retenção, as conhecidas cadeirinhas. Para os bebês que possuírem um ano de idade precisaram ser transportados em um assento em formato de uma concha, onde deve estar posicionada no sentido contrário ao do veículo. Para crianças entre 1 e 4 anos, devem ser colocadas nas cadeirinha. Aos maiores de 4 á 7 anos e meio se utilizarão de um assento de elevação, que já possibilita o uso do cinto do próprio veículo e crianças com 10 anos já poderam utilizar-se apenas do cinto.
Bebê Conforto – São usados por crianças até 10 a 15 kg, alguns modelos possuem uma base que permite permanecer no veículo e o bebê conforto é encaixado ou retirado da base.
Assentos infantis conversíveis (cadeirinhas) – possui maiores limites de peso e estatura para que as crianças sejam posicionadas voltadas para a traseira do veículo sendo, portanto úteis para bebês maiores.
Assento de apoio – utilizados para adaptar a criança na altura correta do cinto de segurança do carro.
Você considera que o uso adequado para transporte escolar e de crianças ajuda a diminuir o numero de acidentes, dê sua opinião  para ajudar a conscientizar os condutores e responsáveis.