quarta-feira, 16 de abril de 2014


ARTIGO INFORMATIVO CEI LEÃO MARINHO!

Para que ocorra um desenvolvimento adequado e desejado da linguagem é fundamental que o desenvolvimento infantil aconteça de forma harmônica em todas as fases em que a criança passa, seja do ponto de vista social, relacional ou ao nos referirmos à aprendizagem formal. A aquisição da forma, conteúdo e uso da linguagem assumem papel importante na construção da mesma e na compreensão de sua organização interna. Entretanto, não são incomuns problemas que podem interferir neste curso.

Neste momento a escola e a família são atores fundamentais para detecção precoce das alterações na linguagem de uma forma geral. Fator importante para que a aprendizagem ocorra de forma efetiva, já que os primeiros anos na Educação Infantil, que é a primeira etapa da educação básica, são fundamentais para o sucesso escolar de uma vida toda. Fiquem atentos ao desenvolvimento da linguagem de seus(as) filhos(as):



                                                                                                                       

Fonte:  Luciana (fonoaudiologia).

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Limites para Crescer!

Não é facil dizer não infinitas vezes ou privar seu filho de algo que ele quer muito. Mas a disciplina é fundamental para que a criança esteja mais preparada para as dificuldades que enfretará ao longo da vida. Entenda por que e saiba como colocar isso em prática com amor, calma e sem violência.

O significado original da palavra disciplina é ensinar e é extamente isso que fazemos ao educar nossos filhos, não é? Mostrar o que é certo e errado, até onde ele pode ir sem pôr em perigo ou prejudicar a si proprio ou ao outro, cuidar para que seus habitos sejam saudáveis, ensinar que nem tudo é do jeito e na hora que ele quer. É claro que uma bagunça de vez em quando é até saudável, mais esse esinamentos dão base pra ue a criança crie sua propria autonomia, lide melhor com as frustações e perceba que o mundo não gira ao seu redor. Ele precisa saber que a sociedade é feita de regra, até mesmo para questiona-lasquando necessarias. Não é exatamente assim que a vida acontece? Se nós, pais , não ajudarmos as crianaças a compeender tudo isso , a propria vida o fará- e ai será muito mais dificil. Com o seu auxilio, lá na frente, ela vai saber trabalhar melhor em equipe, presevar os relacionamentos e ser respeitada também.

Caminho do meio

Nada que é radical faz bem. Autoritarismo demais tira a autoridadedas crianças, não as prepara para tomar decisções por si próprias e inibe a criatividade, Por outro lado, a permissividade pode torná-las egoistas, inseguras e incapazes de lidar com frustrações. Famílias muito autoritárias reduzem a capacidade dos filhos de controlar suas emoções e atitudes, o que, segundo os pesquisadores, traz prejuizos na hora de criar relações com amigos e professores e até no desempenho escolar.

Para cada fase, um medida.



Engana-se quem pensa que um bebê não tem limites. A rotina, por si só já é o primeiro contato que seu filho tem com as regras da casa. Mas a manira como elas são impostas varia conforme a maturidade da criança.

* Até os 6 meses: Ele não tem noção de que existem outras coisas além dele. Mas os horarios de banho e mamadas são sua primerias regras.

* Até os 2 anos: Seu filho começa a perceber o mundo e as pessoas ao seu redor, mas ainda não sabe dividir- é a tradicional fase do " é meu!". É nesse período que o "não, principalmente relacionado á segurança, passa a fazer parte mais ativamente da vida dele. Porem, a criança nessa idade quase não entede essa palavrinha. Portanto, não ache que isso será suficiente para que ela não ponha mais o dedo na tomada. Se for preciso, retire-a de perto do perigo.

* Dos 3 aos 5 anos: É quandotem indicio os períodos de birra e da aquisição da flta, o que permite mais argumentaçõ - é a fase dos porquês. Por isso, vale usar uma explicação mais elaborada, passando valores, qustões morais e conceitos de bem-esta dela e do outro .

* Após os 6 anos: A autoridade dos pais começa a enfreuecer, pois passa a ser ainda mais divida entre profrssores, pais de amigos, e outros. Nessa idade, começa o contraste das responsabilidade. Portanto, use a proibição somente somente nos casos em que a argumentação não for suficiente. o logio continua sendo poderoso, mais tem que ser mrecido. Isso não significa parabenizar só quando seu filho acetar, mas também quando ele se empenhar para conseguir. Quanto mais velha a criança, mais trabalho dá para colocar limites mas nunca é tarde.

Os erros na hora de colocar seu filho na linha.

* Falar não e depois virar sim - Não fique mundado as regras, isso enfraquece o poder do não.

* Pai diz não e mãe diz sim - É preciso alinhar as posições, e com toda a família, Faz pate tios e avós "mimarem" as crianças ás vezes, mas não pode ser rotina.

*Achar que a criança entenderá de primeira- Não espere que seu filho comprenda o limite já na primeria vez e nunca mais cometa o erro. Repetir faz parte do desenvolvimento cognitivo da criança.

* Amaçar o que não vai cumpri - Quando voçe diz que se ele não parar de gritar, vocês vão embora da festa, esteja preparado para ir. Não ameace se não for executar.

* Achar que o choro é revolta - Trata-se da expressão da frustação, normal e esperada na criança. O choro diminui com a idade e a capacidade dela enteder e se expressar.

* Querer reconhecimento imediato - Quando você nega algo e seu filho diz que não gosta mais de você, é porue ainda não é capaz de reconhecer que aquilo é melhor para ele. Quem deve estar convecido do "não" é você.

* Delegar função - É papel dos pais dizer não. Disciplinar é prioridade sua, não da scol ou da babá.

* Transferir ameaça - Dizer "quando seu pai chegar, voçê vai ver" é mortar que não tem competência para dar limites e vice-versa. Assim, será dificil respeitar seus pedidos.

De olho no futuro

Quando falamos em limites, logo lembramos daquele ecândalo na loja de brinquedos ou no consultorio do pediatra. Não tem jeito, desde cedo, a vida é fita de pequenas decepções e o que vai fazer a diferença é a nossa capacidade de aprender com elas. A criança precisa da sua ajuda pra fazer isso - e definitivamente não significa fazer tudi por ela ou dar tudo o que quer. Também nãpo estamos dizendo que você precisa provocar frustações no seu filho, isso virá naturalmente- toda vez que ele tiver de parar de brincar para tomar banho ou precisar ir emora da casa do amigo. Aprendendo a lidar com as pequenas decepções estará mais preparado para as grandes frustações que poderá ter no futuro.

Por isso, na hora em que o choro aparece, lembre-se de que essa é a reação natural e esperada, pois ele ainda não sabe se expressar de outra foma. correr para abraça-lo (sem seder a decisão) não há consenso sobre o que é melhor. Se o que apareceu foi birra, é ainda mais importante ser firme. quando estiver em casa, certifique-se de que a crinaça está em egurança e ignore-a. Mas se demorar para tudo voltat ao nomal, abaixe-se na altura dela, olhe nos olhos e diga que você não vai conversar enquanto ela não se acalmar- e se afaste, até para que voçê se acalme também. Caso esteja em local público, acione a tática do olho no olho e peça que leve pare. Senão , tire-a dali. Em ambas as situaçõs, só convrse depois que todos estiverem calmos - no meio da crise, não adiata argumentar. Entõ,diga que você entende que ela estava chateada, mas que esse comportamento é inadmissível. Mostre que esta ao seu lado e entede o que ela está passando, ajudando-a a nomear os sentimentos.

Não é facil educar - e quem disse que seria? Nós, pais, estamos longe de ser perfeitos. Mais nosso amor e comprometimento é enorme. Por isso confie em você- e no seu filho - e faça de tudo para que ele seja um adulto mai bempreparado. Ele pode não gostar agora, quando você não deixa que brinque trê horas seguidas no tablet ou só coma doces - mas, lá na frente,vai fazer toda a diferença.

O que a disciplina poderá trazer ao seu filho.



* Ter facilidade no relacionamento interpessoal - Ele vai sober ceder, negociar, lidar, com a necessidade do outro.

* Ser mais equilibrado e responsável - Aprendendo a lidar com frustações desde cedo, ele trá controle de suas emoções desde cedo, ele terá mais controle de suas emoções e saberá que suas atitudes têm ais conseguências.

* Saber lidar com diferenças - Se a crinaça não aprende a ouvir "não", só ira se relcionar com os mais frágeis que ele, pois não saberá argumentar e lutar pelo que quer.

* Lidar melhor com a rotina - Disciplina é fundamental para se organizar e relação a estudo e trabalho, por exemplo.

* Ser capaz de tomar decisões por si mesmo - Quando criança recebe limites, também aprende a ser autônoma, sem ter tudo pronto da forma e na hora que quer.

* Trabalhar em grupo - Ao enxegar e respeitar o proximo, ele saberá ouvir e também expor sua opinião. Essa aptidão para conviver em equipe é muito analisada nas dinâmicas de grupo para estágios e empregos, por exemplo.

* Aliar prazer com dever - Os combinados, as recompensas e os castigos ensinam que a criança precisa se esforçar e fazer por merecer.

* Lidar melhor com o dinheiro - Se a criança ganha tudo o qu pede, ela não aprende o valor do trabalho e do dinheiro.

8 formas de impor disciplina na sua casa!

Há crianças mais geniosas, outras mais tranquilas. Existem pais mais firmes, outros coração mole. Por isso, a maneira de estabelecer limites que funciona para um, pode não funcionar para o outro. Cabe aos pais descobrir como seu filho reage melhor! Confira abaixo alguma dicas:

Rotina

É o momento de mostrar quais são as regras da casa, desde bebê. Saber que, todos os dias, ele vai tomar banho e dormir no mesmo horário, por exemplo, já é um primeiro contato com limites. Só não precisa ficar neurótico e deixar de ir ao aniversário de um amigo no sábado para não atrasar o horário do banho. Permitir-se sair da rotina de vez em quando é saudável para que a criança aprenda a se adaptar em diferentes circunstâncias.

Firmeza

Ao conversar com a criança, olhe nos olhos dela e seja firme, mas sem alterar o tom de voz, pois ela responde mais ao modo como falamos do que às palavras propriamente ditas.

Combinado

É válido em qualquer situação! O recurso é o preferido do professor universitário Luis Mauro Martino, pai de Lucas, 2 anos. “Outro dia ele estava indo para escola e queria comer sanduíche no caminho. Então, eu disse: ‘Vamos primeiro para a escola e na volta a gente come um sanduíche, combinado?’. Ele imediatamente ficou feliz e falou: ‘Combinado’. É assim que vem aprendendo que não pode ter tudo o que quer”, conta.

Exemplo

Quando se fala em limites, o exemplo é fundamental. Se o seu filho está gritando, pare e preste atenção: alguém no círculo social dele deve fazer o mesmo. Quando você respeita o próximo e as regras sociais, ele também o fará com mais facilidade. Por isso, nada de furar a fila, parar na faixa de pedestres ou xingar no trânsito!

Mesmo discurso

Os limites que você dá para seu filho podem ser diferentes dos que seus irmãos dão para os deles. Afinal, isso depende da cultura, da crença e do jeito de cada um encarar a vida. Por isso, cabe deixar claro, principalmente para tios e avós, quais são as suas regras e pedir para que elas sejam respeitadas. Quando seu filho questionar essas diferenças, explique suas escolhas.

Castigo

Deve estar de acordo como erro e a personalidade da criança, além da idade. Para algumas, fazmais efeito deixar no quarto por algum tempo, para outras, é tirar o brinquedo preferido. Mas um aspecto não há o que discutir: violência só reprime, não educa. A analista de sistemas Michele Rodrigues, mãe de Pedro, de 3 anos, aprendeu isso na prática. Ela era adepta da palmada e achava exagero quando falavam que era uma agressão. Porém, começou a reparar que Pedro estava ficando violento. “Eu não queria aquilo. Passei a ler sobre o assunto, a controlar minha própria raiva e compreender os motivos dos ataques de birra dele”, diz. Agora, ela se afasta, se acalmae então conversa com ele de maneira tranquila – e já vem notando melhoras no filho.

Reforço positivo

Elogiar sempre funciona (e é muito mais gostoso do que receber uma crítica, não é?). Não aponte só os erros, lembre-se de valorizar os acertos. Se o seu filho não guardou os brinquedos hoje como você pediu, repreenda-o. Mas se amanhã guardar tudo, faça festa! Você verá a alegria nos olhos dele ao ver que foi reconhecido.

Não é não, e ponto

Quando o que está em jogo é a integridade física da criança, como pôr o dedo na tomada ou mexer no fogão, não há o que discutir, certo? É aí que entramos incansáveis “nãos” – não é à toa que, muitas vezes, a primeira palavra que a criança aprende a falar é essa. Vale insistir e desviar a atenção dela para um brinquedo que goste, por exemplo. Esse “não” deve continuar conforme a criança cresce. É o caso de não correr para a rua sozinho, não aceitar presentes de estranhos e não se expor demais na rede social. São situações em que você até vai explicar os motivos, mas não é não, sem grandes discussões.

Fonte: crescer.com.br

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A importância da música na Educação Infantil!

Visando uma aprendizagem significativa e de acordo com as necessidades impostas pela sociedade nos dias de hoje, se torna cada vez mais necessária a ludicidade no ambiente educacional de nossos alunos, pois ela é capaz de tornar o aprendizado prazeroso e estimulante. Com isso, pode-se dizer que as crianças estarão bem preparadas para se tornarem cidadãos críticos e capazes de resolverem situações e problemas. Compreender o lúdico como um instrumento de superação e inclusão numa escola castradora e excludente é fundamental que os professores de educação infantil considerem a cultura lúdica intrínseca das crianças, pois quando elas chegam à escola elas já trazem consigo uma grande herança da ludicidade, na medida em que quase tudo que se aprende na infância é decorrente das brincadeiras em seu convívio social.

A música pode contribuir, tornando o ambiente escolar mais agradável e alegre, ajudando na socialização das crianças com seu grupo escolar, podendo ainda ser usada para relaxar os alunos depois de atividades físicas, acalmando os alunos diante da tensão de uma prova, por exemplo, além de ser um poderoso recurso didático.

Na aprendizagem a música é muito importante devido ao fato de o aluno conhecê-la desde cedo, se for bem trabalhada ela desenvolve o raciocínio, a criatividade e outros dons e aptidões, por isso se torna um relevante recurso didático, devendo estar presente cada vez mais nas salas de aula.

A música no cotidiano escolar pode não somente ajudar as crianças no aprendizado, mas também nos casos de crianças que tenham problemas de relacionamento ou inibição, para isso é preciso aliar música e movimento, como exemplo, atividades de dança que podem contribuir para a adaptação dessas crianças em seu meio escolar.

Distintas áreas do conhecimento podem ser estimuladas com a prática da musicalização. Pois, ela atende diferentes aspectos do desenvolvimento humano: físico, mental, social, emocional e espiritual, podendo a música ser considerada um agente facilitador do processo educacional.

A inserção do lúdico na educação infantil vai além de estabelecer e implantar currículos ou aplicá-los para as crianças sem nenhum recurso que chame sua atenção, isso implica numa renovação da formação continuada do professor e na sua sede por mudanças e práticas educacionais que facilitem a absolvição e acomodação da aprendizagem.


Objetivos com a Música !


Desenvolver hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc. habituá-los a usar clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença, deixá-la explorar ao máximo os ojetivos brinquedos, levar a criança a brincar com os outros do grupo, fazer com que a criança participe das atividades de grupo sempre que possivel usando o suporte musical.

A crinaça de 01 e 02 anos, está no momento de conher, tocar, mexer, dançar, cantar, ouvir, histórias e é nesse momento que em musica apresentamos a famìlia dos instrumentos: os cordófonos (instrumento de corda) violão, bandolim, violino,os aerofonos (instrumnto de ar) ex: flautas e trompetes os menbranòfonos (instrumentos de pele) ex: Tambores e os diòfonos (instrumntos de percussão) ex: triangulo, sinose zumdores.

A criança de 03 anos é curiosa é pergunta muito o nome de tudo, tenta fazer as "coisas" sozinhas, embora precise da ajuda de adulto. Na área da música ela já sabe o nome dos instrumento e é o momento de valorizarmos suas descobertas, encorajndo-as a terminar tarefas propostas, como escutar repetir certos trechos musicais, esse momento é o da audição (quanto mais diversificado, mais apurado será o gosto musical) de Wagner a Beethven, de Jobim a Pixinginha. É nesse momnto que a criança começa a compartilhar com os amiguinos , aprender os valors da generosidade, aprende a sensibilizar-se ser solidaria na troca de brinquedos e esse exercício ajuda a desenvolver capacidade de (ouvir e opinar), que ajuda na fala e pensamento. A curiosidade da crinaça é necessaria para conhcer e compreender o em que vive. Aos 04 e 05 anos a crinaça entra no que costumamos chamr de PRÉ- ESCOLA, e não podemos perde de vista que continuam crianças e é exatamente nesse momento que uma crga enorme de informações é apresentada a essa criança (LETRAMENTO), onde assuntos de "a" a "z" são colocados sobre a mesa. Na área de usica, tudo esta ligado a todo conteúdo, musicas que explicam o movimento da terra, ao alfabeto dos bichos de pesquisa sobre baleias na internet a pesquisa sobre binquedos que voam ao número dae instrumento que tocam em uma oruestra e isso tudo para formentar e formar essa crianças em pequenos cidadões.

Fonte: partes.educacao

terça-feira, 11 de março de 2014

O que é educação infantil, qual sua importância?

 A importância da educação infantil !

 O mundo todo desperta-se para a importância da educação infantil. Até pouco tempo atrás esse ensino era tido como de menor importância.

Hoje, sabemos que a estimulação precoce das crianças contribui e muito para o seu aprendizado futuro. Desenvolve suas capacidades motoras, afetivas e de relacionamento social. O contato das crianças com os educadores transforma-se em relações de aprendizado.

Uma outra concepção é o desenvolvimento da autonomia, considerando, no processo de aprendizagem, que a criança tem interesses e desejos próprios e que é um ser capaz de interferir no meio em que vive. Entender a função de brincar no processo educativo é conduzir a criança, ludicamente, para suas descobertas cognitivas, afetivas, de relação interpessoal, de inserção social. A brincadeira leva a criança ao conhecimento da língua oral, escrita, e da matemática.

Acompanhando a implantação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o Ministério da Educação (MEC), com o objetivo de assessorar as escolas, elaborou referenciais para um ensino de qualidade da educação básica, os chamados Parâmetros Curriculares Nacionais.

Os Parâmetros não têm caráter obrigatório e servem de orientação às escolas públicas e particulares. Os Parâmetros, assessorando a competência profissional, contribuem para a elaboração de currículos de melhor nível, mais ajustados à realidade do ensino.

Os “Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Infantil” propõem critérios curriculares para o aprendizado em creche e pré-escola. Buscam a uniformização da qualidade desse atendimento. Os Parâmetros indicam as capacidades a serem desenvolvidas pelas crianças: de ordem física, cognitiva, ética, estética, afetiva, de relação interpessoal, de inserção social e fornecem os campos de ação. Nesses campos são especificados o conhecimento de si e do outro, o brincar, o movimento, a língua oral e escrita, a matemática, as artes visuais, a música e o conhecimento do mundo, ressaltando a construção da cidadania.

O então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, ao se referir aos Parâmetros Curriculares do Ensino Fundamental, ponderou: “Passamos a oferecer a perspectiva de que as creches passem a ter um conteúdo educacional e deixem de ser meros depósitos de crianças. Em todo o mundo está havendo a preocupação de desenvolver a criança desde o seu nascimento”.

Dados de 1998, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 25% da população de zero a 6 anos frequentam creche ou pré-escola. São 5,5 milhões de crianças de um total de 21,3 milhões.

A educação infantil é definida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) como parte da educação básica, mas não da educação obrigatória. A lei define, também, nas disposições transitórias, a passagem das creches para o sistema educacional. O Ministério da Educação (MEC) determinou que, a partir de janeiro de 1999, todas as creches do País deveriam estar credenciadas nos sistemas educacionais.

Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, cabe aos sistemas municipais a responsabilidade maior por esses atendimento. A Constituição da República diz que “A educação é direito de todos e dever do Estado”. A emenda constitucional n.º 14/96 alterou dispositivos relativos à educação e estabeleceu que a educação infantil é atribuição prioritária dos municípios.

A educação infantil tem-se revelado primordial para uma aprendizagem efetiva. Ela socializa, desenvolve habilidades, melhora o desempenho escolar futuro, propiciando à criança resultados superiores ao chegar ao ensino fundamental.

A educação infantil é o verdadeiro alicerce da aprendizagem, aquela que deixa a criança pronta para aprender.

Fonte:izabelsadallagrispino

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Esteja Preparado para a Volta às Aulas!

Os Pais podem fazer a diferença quando resolvem ajudar seus filhos na busca por melhores resultados na escola.

* Aproveitando Melhor cada Minuto ao lado do eu filho.

- Observando com calma e boa vontade, você vai descobrir minutos antes ociosos, que valem ouro.

- Reserve um período específico de tempo em sua agenda a cada semana, para ficar com sua Criança. Durante este tempo dê total atenção e amor a ela.

- Use o tempo do trajeto até a escola, mesmo no carro, quando for o caso, para conversar com ela. Nessa hora não há TV ou telefone para interferir, ou pessoas entrando e saindo. E as crianças sabem que finalmente, e de fato, terão a sua atenção.

- Planeje fazer pelo menos uma refeição junto com sua família todos os dias.

- Dê um jeito de encontrar atividades da casa que exijam a participação de toda família. Envolva a todos na escolha de como usar melhor esse seu tempo, claro, na companhia deles.

- Crie um sistema de bilhetagem para TV. Cada "ingresso" poderá ser usado para a criança assistir seu programa favorito por, digamos, 30 minutos. Os bilhetes que sobrarem, aqueles que não foram usados durante a semana, ao fim de cada 7 dias, poderão ser trocados por uma quantia em dinheiro ou bônus. Os pais também podem vetar certos programas.

- Você pode usar o Telejornal, e pedir a opinião delas, como se comportariam diante de certas questões, o que acham de cada situação. Faça isso quando estiverem vendo reportagens, sinopses de programas, um documentário qualquer, etc.

* Lendo para seu Filho(a)

- O hábito da leitura não é espontâneo, ele precisa ser cultivado. Assim, ajude seu filho a cultivar o imprescindível hábito da leitura. Leia e também deixe a criança ver que você está lendo.

- Tente quebrar as regras da hora de ir para a cama, digamos, uma vez por semana, nos fins de semana. Deixe que sua Criança saiba que pode ficar acordada até a hora que quiser, desde que fique lendo na cama.

- Ajude seu filho(a) a começar sua própria biblioteca - livros populares ou pequenas brochuras é o ideal para essa fase. Dê a ideia de que podem trocar livros com os amigos. Visite sebos. Dê a ele(a) livros de presente. Use sua criatividade.

- Quer que sua criança crie gosto pela leitura? Deixe então que ela veja que você está lendo. Numa recente pesquisa, a maioria dos estudantes disseram que em suas casas existia pouco ou nenhum material de leitura. Material de leitura, isto exclui revistas de fofocas, materiais sensacionalistas, ou com conteúdo negativo.

- Faça um teste. Crie em casa um horário da leitura. Durante estes horários, todos da família se sentam para um tempo de leitura livre de interrupções. Ou aproveite esse tempo para um debate informal sobre algum assunto recentemente lido, ou publicamente comentado.

- Com as crianças pequenas, tente ler para elas durante o banho, ou na hora de levá-las à cama.

- Use a "Lei da simplicidade e prática" para ver se um livro está adequado ao nível de leitura do seu filho(a): Peça para que leia uma página do livro em voz alta. Mande que levante um dedo para cada palavra que não conhece. Se ele(a) levantar até quatro dedos e o polegar antes do fim da página, o livro provavelmente é muito difícil para que seja capaz de ler sozinho(a). No entanto pode ser um bom livro para ler em voz alta, evidentemente, com você por perto ajudando. Será útil na construção do vocabulário e é mais uma oportunidade para ficarem juntos.

Fonte: Site de Dicas

Crianças - O Adulto de Amanhã!

Fazer Pensar, isso é Educar

"Para um educador consciente, ensinar não é obrigação, mas, antes disso, um exercício de autoaprendizagem..."

Quando não estamos presentes na educação dos nossos filhos, logo estamos em busca de algum culpado para justificar a razão dos seus comportamentos deformados. Mas, infelizmente para os pais, não há como justificar que o resto do mundo seja culpado de alguma coisa. Podem até criar desculpas elaboradas, uma explicação que pareça lógica para cada coisa, e até mesmo alegar falta de tempo, pois trabalham fora, precisam prover o sustento a casa, etc.

Mas, não há como fugir da realidade, e esta é simples, os pais ou tutores são os verdadeiros responsáveis pela conduta de suas crianças, afinal de contas, estas não vieram ao mundo como cães sem dono.

Se não conseguem ter tempo para cuidar delas, isso faz parte do problema criado por eles mesmos, e não existem outros culpados. Como podemos exigir do mundo coerência para o modo de pensar e agir dos nossos filhos, se nós mesmos nunca lhes demos isso? Uma criança, criada dentro de um lar atencioso, com pais ou tutores carinhosos, respeitadores, só por obra de um trágico e ilógico destino, poderá ter uma mente deformada ao crescer.

As tentações do mundo lá fora, seus vícios e manias, existem primeiro dentro de nossas casas, através de nossas posturas pessoais. Como lidamos com tudo isso, como nos expressamos diante dos nossos filhos, isso fará toda diferença.v Disso vai depender aquilo que gostarão de ser e fazer no futuro. E a influência lá de fora servirá apenas de complemento, referência negativa ou positiva, reforço, para seus desejos ou aspirações. Sendo criados em um ambiente de atenção, cuidados e compreensão, nada do mundo lá fora tenderá a influenciá-los de forma negativa. Se ainda assim caírem em tentação, será porque uma correta e qualificada educação preliminar não tiveram dentro de casa.

Não se trata apenas de lhes proporcionamos conforto e plenitude material, mas antes disso, de lhes darmos atenção e respeito, afinal, são nossos filhos, uma herança que deixaremos para o mundo, uma contribuição negativa ou positiva..

Muitas vezes especula-se, como jovens que têm uma boa vida, uma família estruturada e estável, uma boa escolaridade, pais aparentemente justos que lhes suprem todas as necessidades materiais, como jovens com tal perfil, ainda assim, se deformam a ponto de cometerem excessos, de se entregarem aos vícios ou drogas, ou praticarem delitos graves.

A questão é: Como afinal de contas nasce a mente de um jovem? Não o cérebro orgânico, mas o conteúdo que está gravado lá dentro, aquilo que deu forma a sua personalidade? De onde virão as influências que lhe darão o comportamento e a conduta que juntamente com suas idiossincrasias o caracteriza como indivíduo? Do mundo lá fora, dos amigos, de sugestões da sociedade, dos costumes? O que afinal de contas os influenciam a ponto de determinar o que devam ou não ser, devam ou não fazer, de suas vidas?

Sabemos que uma criança não nasce com uma personalidade pronta, mas apenas com predisposições inatas, que chamamos de temperamento, que podem interferir no seu processo cognitivo, mas nunca determinar todas as suas posturas. Então, só podemos deduzir, pela lógica, que tudo isso ocorre no intervalo entre sua fase infantil e adolescente. Mas, como essa criança, recém chegada ao mundo, apreende e assimila os caracteres que irão determinar, que irão pontuar, constituir, sua personalidade, seus gostos, seus desejos, suas amarguras, enfim, todo repertório cognitivo que molda o seu caráter?


Fonte: Site de Dicas

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Como agir (e como não agir) no período de adaptação na escola, uma fase tão importante na vida do seu filho

O primeiro dia na escola é sempre difícil. Não à toa, ganhou até um nome: adaptação. Adaptação dos filhos, que chegam a um ambiente novo, diferente e desconhecido. E adaptação dos pais, que também sofrem com a ansiedade e o medo da reação da criança. A adaptação escolar é exatamente esse tempo dado às crianças (e aos pais) para que se acostumem à nova rotina.

10 respostas sobre adaptação escolar

1. Qual é a idade certa para a entrada na escola?

O ideal é que a criança vá para a escola por volta dois anos, pois é uma idade em que a convivência com outras crianças passa a ser mais estimulante. Mesmo do ponto de vista médico, o indicado é que a criança fique em casa até completar dois anos, pois essa é a idade em que ela atinge a sua plenitude imunológica e fica menos vulnerável a infecções. No entanto, se você tiver de trabalhar e não tiver com quem deixar o seu filho, nada de traumas: faça uma pesquisa e escolha um bom berçário, com boas instalações e com profissionais nos quais você confie. Em alguns casos, é melhor ir para uma boa escola do que ficar em casa com alguém sem formação.

2. Como prepará-lo para o ingresso na escola?

É importante não esconder nada. Explique que ele vai para a escola a partir de um determinado dia, que você vai levá-lo, vai buscá-lo e que o acompanhará no início. Fale dos novos amiguinhos que vai fazer, da professora, de como é a escola e o que acontece por lá. Mas é importante não exagerar, não falar como se ele estivesse indo para um bufê infantil, para que ele não fique frustrado. Nessas horas, nada como uma boa conversa.

3. Qual é o papel da família na adaptação?

Para o pai e a mãe, a adaptação começa na escolha da escola. Feita a escolha, a família tem que conhecer os rituais da escola, frequentar as reuniões que antecedem o início das aulas e abrir um canal de comunicação com o professor. Além disso, os pais têm o papel de esclarecer, explicar por que ele está indo para a escola, deixar claro que ele vai ficar sozinho lá depois de alguns dias. Não crie falsas expectativas no seu filho. O melhor é dizer a verdade. Explique que você vai acompanhá-lo por um período, mas que, depois disso, você vai voltar ao trabalho e ele vai ficar só com a professora e com os coleguinhas.

4. Qual é o papel da família na adaptação?

Para o pai e a mãe, a adaptação começa na escolha da escola. Feita a escolha, a família tem que conhecer os rituais da escola, frequentar as reuniões que antecedem o início das aulas e abrir um canal de comunicação com o professor. Além disso, os pais têm o papel de esclarecer, explicar por que ele está indo para a escola, deixar claro que ele vai ficar sozinho lá depois de alguns dias. Não crie falsas expectativas no seu filho. O melhor é dizer a verdade. Explique que você vai acompanhá-lo por um período, mas que, depois disso, você vai voltar ao trabalho e ele vai ficar só com a professora e com os coleguinhas.

5. Por quanto tempo o pai ou a mãe devem ficar na escola?

O tempo mínimo é de um ou dois dias. O tempo máximo varia de criança para criança, mas, em geral, uma semana ou dez dias são suficientes. Se após esse tempo o seu filho ainda não estiver adaptado e continuar exigindo a sua presença, o melhor é conversar com a coordenação da escola para saber como agir. Talvez seja o caso de pensar em outra estratégia de adaptação. Uma dica importante: nunca vá embora sem se despedir do seu filho. Ele pode se sentir traído e inseguro em relação à escola.

6 . Como lidar com o choro?

É preciso identificar se não é um choro manipulador, pois há crianças que fazem uso dessa artimanha para impedir que os pais as deixem. Muitas vezes, a criança chora ao ver o familiar se afastando, mas, logo depois, para e começa a brincar com os coleguinhas. Há momentos em que é importante ir embora sem olhar para trás, para evitar que essa situação se arraste por mais tempo. Converse com os professores e coordenadores para decidir como agir em casos como esse. E lembre-se: chorar um pouco em uma situação como essa é até saudável.

7. É normal sentir culpa ao deixar o filho na escola?

Sim. É normal principalmente quando o filho ainda é bebê. É claro que, para ou pai ou a mãe, sempre será difícil deixar um bebê nas mãos de um desconhecido (ou quase desconhecido), mas, lembre-se, uma hora ou outra, o momento de ir para a escola chegaria. O melhor é esquecer a culpa, pois a insegurança dos pais é facilmente percebida pelos filhos. Vá trabalhar feliz e faça com que o tempo que você tem com ele seja de muita qualidade. No entanto, se achar que está sofrendo mais do que deveria com essa situação, não hesite em procurar ajuda.

8. Quando a criança passa da Educação Infantil ao Fundamental, é necessário um período de adaptação?

Sim. Em geral, a própria escola faz esse ritual de passagem, mostrando às crianças e aos pais as novas salas de aula, o material que será utilizado e explicando quais serão as novidades que vêm com essa nova etapa. Se houver uma troca de escola, é importante que os pais estejam mais disponíveis nos primeiros dias.

9. Como deve ser feita a adaptação de uma criança que vem de outra escola?

Uma mudança de escola é sempre um pouco mais difícil. Por isso, deve ser muito bem planejada pela família. Se possível, o ideal é que a criança conheça a escola e os professores ou o coordenador antes de as aulas começarem. Isso é importante para que ela tenha referências, saiba a quem recorrer caso tenha dúvidas ou problemas. Além disso, é fundamental que ela entenda por que essa mudança está ocorrendo. O melhor é ser transparente. Em casos de crianças mais velhas, os outros alunos da turma também devem ser preparados para a chegada do novo colega.

10. Como os pais podem participar e ajudar no período de adaptação?

Além de acompanhar os primeiros dias da criança na escola, é importante que a família se envolva, conheça as instalações da escola, os professores, os coordenadores e os pais dos outros alunos. Muitas escolas oferecem atividades de adaptação específicas para os pais (sim, para você também é um período de adaptação). Se for o caso da escola do seu filho, não perca. É uma excelente oportunidade de conhecer os outros pais, o que também facilita a integração das crianças. E, quando as aulas começarem, não bombardeie o seu filho com perguntas. É importante escutar o que ele tem a dizer e perguntar o que aprendeu, mas nunca pressione por respostas.

Fonte: Adaptação na Escola

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Volta as aulas com muita diversão para os pequeninos! Dinâmicas de Grupo para Crianças - Emprestando o lápis

Objetivo da brincadeira: Mostrar para as crianças a importância de compartilhar suas coisas estimulando o relacionamento interpessoal e a união entre os membros do grupo.

Material: 1 lápis de cor por participante e 1 folha com desenho impresso para colorir.

Número de participantes e tempo estimado: até 40 crianças. 50 minutos

Como fazer a atividade:

1. Um dia antes da atividade com crianças em sala de aula a professora deve orientar que no próximo dia cada um traga apenas 1 lápis de cor, pode ser de qualquer cor. O professor também deverá providenciar um desenho para colorir, pode ser qualquer tema, uma dica aqui, para uso em catequese ou célula evangélica pode ser desenhos para colorir com temas bíblicos, para sala de aula pode ser temas de datas comemorativas ou relacionado a alguma matéria. Importante que cada folha tenha duas cópias do desenho, um ocupando a metade superior da folha e outro ocupando a metade inferior da folha e também providenciar a quantidade de cópias suficientes para todos os participantes, o desenho deve ser o mesmo para todos. Dica: Ao escolher o desenho certifique-se que ele tenha várias partes para colorir.

2. No dia da brincadeira com as crianças o professor deverá verificar se todos trouxeram um lápis de cor, caso contrário é importante que tenha algum de reserva. Também deve observar que as crianças usem apenas um lápis, uma cor, pedir que os demais lápis sejam colocados na bolsa ou debaixo da carteira.

3. Todos com as folhas com desenhos em mãos a professora vai iniciar a atividade orientando que as crianças pintem somente o desenho de cima da folha com o lápis que trouxeram, ou seja, o desenho será pintado com apenas uma cor.

4. Após todos terminarem de pintar o primeiro desenho com apenas uma cor a professora orientará da seguinte maneira: Agora vocês vão pintar o segundo desenho mas não podem utilizar o lápis que trouxeram. É importante nesse momento o educador ou coordenador da atividade observe a reação das crianças para ver se por si só encontrarão a solução para o problema, ou seja, se não podem usar o próprio lápis então como pintarão o desenho? A solução é simples, trocar o lápis com o de um amigo.

5. Dependendo da idade das crianças que estão participando da brincadeira logo se darão conta e começarão a emprestar os lápis dos amigos, se a solução demorar a aparecer o professor deverá interagir para que os alunos cheguem a conclusão por si próprios.

6. Quando todos entenderem o que deve ser feito o coordenador da atividade deverá orientar que podem usar quantas cores quiserem para pintar o desenho de baixo mas precisarão trocar e emprestar os lápis de seus amigos.

7. Antes de encerrar a atividade o coordenador ou professor deverá explicar aos alunos que o primeiro desenho foi pintado com apenas uma cor pois cada um utilizou apenas o lápis que tinha, no entanto ao compartilharem os lápis emprestando uns aos outros puderam colorir o desenho de baixo deixando-o mais bonito. A conclusão aqui é que em certas circunstâncias de nossa vida devemos aprender a compartilhar nossas coisas com nossos amigos para atingirmos um objetivo em comum. Esse diálogo deverá ser adaptado de acordo com a idade das crianças que participam da brincadeira e também do contexto que foi realizado, em sala de aula, em catequese ou em célula evangélica. Essa é uma dinâmica divertida para crianças que estimula o relacionamento interpessoal.

Fonte: Atividade Educativas Esoterikha

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Retomada do ano letivo das crianças; Segue algumas dicas do que pode ou não colocar na lancheira..

O que colocar na lancheira!

- Frutas

- Sucos naturais cereais

- iogurtes

- Sanduiches caseiros

O que não colocar na lancheira!

- Frituras

- Chocolates

- Refrigerantes

- Salgadinhos

Crianças, adolescentes e adultos têm necessidade de nutrientes em quantidades adequadas, nas diferentes fases da sua vida. Por isso, deve-se oferecer lanches de acordo com a idade da criança.

250 a 300 calorias para crianças de 4 a 6 anos;

300 a 350 calorias para crianças entre 6 e 9 anos;

350 a 450 calorias para os adolescentes (12 a 18 anos).

Fonte: Site de Dicas

Veja algumas dicas sobre atividade extracurriculares dentro das escolas!

A Capoeira na infância e o Balé ajudam muito no desenvolvimento de uma criança!

A Capoeira é uma arte genuinamente brasileira criada pelos escravos africanos trazidos para o Brasil Colonial. A partir de uma adaptação de uma dança africana, os cativos criaram uma luta para fugir das senzalas e da opressão para a liberdade dos quilombos. A arte da capoeiragem foi proibida e perseguida até 1937, quando o Presidente Getulio Vargas assinou um decreto liberando todas as manifestações afro-brasileiras, dentre elas a Capoeira. De arte proibida para manifestação genuinamente brasileira a capoeira evoluiu, absorveu influencias de outras lutas, adicionou evoluções de outros esportes (como a ginástica olímpica) e transformou-se em uma arte abrangente que encanta praticantes e espectadores em mais de 150 países onde é praticada.

A Capoeira abrange luta, dança, musica e canto, história e folclore, na prática, cada “face” da capoeira contribui em um aspecto na educação e formação do praticante. Esta proposta tem o objetivo de lecionar a Capoeira de forma objetiva, com um rigoroso planejamento de aulas, e um sistema objetivo de graduação e avaliação do praticante, tornando um ensino de capoeira uma pratica agradável e segura para os seus praticantes.
Ensinando e Aprendendo a Capoeira

A prática da Capoeira proporciona:

1. luta: Os movimentos de defesa e ataque tem o objetivo de aperfeiçoar as habilidades motoras, dentre elas força, agilidade, equilíbrio, auxiliando na saúde física e mental do praticante, além da defesa pessoal, torna o praticante mais seguro no seu cotidiano.

2. dança: A capoeira é denominada como uma “luta dançada” ou uma “dança de luta”, pelas expressões citadas é fácil perceber a intimidade da capoeira e a dança, junto com o maculelê e o samba de roda, ritmos dos folguedos do folclore brasileiro, consagrademente incorporados pela capoeira. Esta união se transforma em uma opção para a melhora das habilidades ritmo, flexibilidade, simetria corporal, além de ser uma ótima atividade de lazer!

3. Musica e Canto: não podemos falar de Capoeira sem falar do berimbau, dos lamentos vindos do tempo da escravidão, as juras de amor, os grandes mestres, a musica e o canto permitem uma viagem no tempo, uma aula de historia de um tempo que ela era apenas contada. A musica e o canto diminuem a timidez, a socialização, a criatividade, uma atividade de lazer, pois quem canta os males espanta.

Nos dias atuais, a prática da Capoeira tem se mostrado um ótimo instrumento de complementação educacional, permite aos seus praticantes bem estar, uma atividade física abrangente criada e aperfeiçoada em sintonia com a evolução da sociedade brasileira.

O Balé ajuda no crescimento de uma criança!

Na escola o balé é uma modalidade da dança adotada na educação infantil para as meninas visando um enriquecimento de possibilidades motoras para alcançar um desenvolvimento integral. A dança é repassada com atividades que
transmitam sensação de alegria através dos movimentos, promovendo uma livre expressão corporal e um espírito socializador.

São utilizados passos de balé clássico, mas a ênfase maior se dá a partir do conhecimento das diversas possibilidades corporais diante de desafios enfrentados pelas crianças no decorrer das aulas. O centro das atividades é a criança, seu interesse e sua expressão corporal são relevantes à aquisição de novas habilidades motoras pertinentes ao seu nível de desenvolvimento.

As aulas são complementadas com atividades ginásticas, que propiciam também um aumento do acervo motor. Assim a criança pode compreender o seu limite e as suas possibilidades de ação corporal.

Fonte: Chuva de Estrelinhas

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

7 dicas coloridas para sua festa de Reveillon



O réveillon é sinônimo de festa e, por isso mesmo, a decoração da casa tem de condizer com esse ambiente de boa disposição, glamour e alegria. Pensando nisso, separamos 7 dicas super bacanas para deixar a sua decoração de reveillon bem divertida e colorida!




    1. Velas vistosas: numa festa de réveillon não podem faltar as velas e quantas mais melhor, pois, a decoração agradece! Se vai dar um jantar de réveillon íntimo, concentre as velas sobre a mesa de jantar, optando por recipientes originais. Se a festa de réveillon vai ser grande e muito animada, espalhe as velas por todos os espaços que vão receber convidados, optando por velas de tamanhos grandes (duram mais tempo) e se as colocar dentro de bonitas lanternas, o efeito é ainda mais divertido e seguro. E, claro, não se esqueça de as acender todas… os seus convidados vão adorar!

    2. Brinde bonito: o champanhe é o rei da festa de réveillon, por isso, personalize as taças de champanhe com um detalhe engraçado – pode ser uma etiqueta pendurada com uma fita na base com o seu nome, uma citação ou mensagem de boas-vindas ao ano novo; pode ainda ser um enfeite natalício ou outro mimo especial. E não se esqueça, as crianças vão adorar brindar também com uma dessas. 

    3. Confetti colorido: aproveite os restos do papel de embrulho de Natal e, com um furador, reúna um stock generoso de confetti festivo para dispor solto sobre a mesa de jantar ou para espalhar à porta de entrada. Guarde um pouco em sacolinhas coloridas e entregue para as crianças quando o relógio soar meia noite. 

    4. Gelo giro: se vai ter um ou mais baldes com gelo para manter o champanhe ou outras bebidas sempre frescas, dê-lhes uma decoração irresistível ao colocar, por entre o gelo, elementos comestíveis como morangos ou chocolates; ou elementos decorativos, as crianças adoram os gelos coloridos em formato de bichinhos ou frutas. 

    5. Marcador festivo: aproveite os elementos mais divertidos da festa do réveillon para criar marcadores de lugar bem criativos. Pode usar tudo desde um balão preso com uma fita a cada cadeira ou um chapéu de réveillon colocado sobre o prato, a um saquinho transparente recheado de confetti colorido. Afinal de contas, réveillon é diversão… e a decoração da festa também pode e deve ter esse espírito!

    6. Belos balões: os balões não devem ser exclusivamente reservados às festas de aniversário ou festas infantis, uma vez que a festa de réveillon só fica a ganhar com balões a flutuar em cada divisão e a decorar a casa de forma bem festiva.

    7. Acessórios de réveillon: na decoração do réveillon não podem faltar elementos divertidos como apitos, línguas de sogra, cornetas, confett, plumas, penas, chapéus, tiaras, etc. As crianças adoram e fazem a diversão da festa. 

    Fonte: Revista Eu Decoro 

    Doces divertidos para decorar a sua ceia de Natal!

    Uma sugestão divertida para decorar a sua ceia de Natal com cinco idéias deliciosas para deixar os pequenos empolgadíssimos com a novidade colorida e criativa na mesa. 


    1. Cupcake com árvore de natal

    2.Biscoitinhos com botões de açúcar


    3. Pirulitos de chocolate com rostinho de boneco de neve 


    4. Bombom decorados 


    5. Casinha do papai Noel feita de jujubas e confeitos



    Fonte: Atelie dos Doces

    8 Brincadeiras para se divertir em família na noite de Natal





    1. ADIVINHE QUEM É! 
    Você vai precisar de:


  1. 1 lenço
    • 2 colheres de plástico 
    Como brincar:
    1. Vendem os olhos de um jogador. Outro participante fica na frente dele. Quem está vendado só pode tocar no amigo com as colheres e tem de adivinhar quem é. 
    2. Se ele não acertar na primeira tentativa, o amigo que está na sua frente vai imitar a risada do Papai Noel, dizendo “HO HO HO!”. Se o jogador acertar, o amigo que estava na sua frente vai ficar de olhos vendados e a brincadeira recomeça. Se mesmo assim ele errar, terá de tentar tocar outro participante, até adivinhar. 

    2. PROVA DAS BEXIGAS 
    Você vai precisar de:
    • 2 sacos de lixo grandes, vazios
    • Bexigas 

    Como brincar:
    1. Dividam-se em dois times. Distribuam as bexigas e um saco de lixo para cada equipe.
    2. Contem até três e cada equipe começa a encher bem seus balões e a colocá-los dentro do saco.
    3. Vence quem conseguir pôr mais balões totalmente cheios no saco de lixo, sem estourá-los. 

    3. O NÚMERO É...
    Você vai precisar de:
    • 1 árvore de Natal enfeitada
    • Papel
    • Lápis
    • 1 caixa de papelão 

    Como brincar:
    1. No dia da festa, cada convidado que chegar deve olhar a árvore de Natal e escrever em um papelzinho seu nome e quantos enfeites a árvore tem. Todos colocam os papéis na caixa.
    2. Depois, reúna todo mundo e contem os enfeites. Quem acertou pode ganhar um enfeite da árvore. 

    4. DE OLHO NA ÁRVORE
    Você vai precisar de:
    • 1 árvore de Natal bem enfeitada
    Como brincar:
    1. Reúna a turma ao redor da árvore. Sorteiem um participante, que vai sair da sala por 3 minutos. Escondam um enfeite e chamem o jogador de volta.
    2. Contem juntos até 50. Durante esse tempo, ele tem de descobrir qual o enfeite que está faltando.
    3. Se acertar, pode escolher o próximo jogador a sair.
    4. Se errar, paga um castigo escolhido pela turma – pode ter de cantar uma música de Natal ou fazer uma imitação engraçada. 

    5. AMIGO MISTERIOSO
    Você vai precisar de:
    • Papel
    • Caneta
    • Bombons
    Como brincar:
    1. Escrevam o nome de cada participante em um papel. Um jogador sorteia um nome e vai para o meio do grupo, sem mostrá-lo para ninguém.
    2. Cada participante, na sua vez, pode fazer uma pergunta sobre o amigo sorteado. Vale perguntar sobre os gostos e o jeito do outro, mas não sobre a aparência física. Quem responde só pode dizer sim ou não.
    3. Quem acertar o nome que está no papel ganha um bombom, sorteia um colega e aí o jogo recomeça. 

    6. PAPAI NOEL MANDOU...
    Você vai precisar de:
    • Árvore de Natal
    Como brincar:
    1. Sorteiem quem vai ser o Papai Noel e ficar perto da árvore. Os outros se alinham do lado oposto, o mais longe possível.
    2. Papai Noel fica de costas e dá ordens como: “Papai Noel manda todos andarem de costas” (ou saltarem, ou dançarem).
    3. A turma toda cumpre as ordens e quem chegar primeiro à árvore será o novo Papai Noel. 

    7. DESEMPACOTANDO 
    Você vai precisar de:
    • doces e pequenas lembranças de Natal
    • Saquinhos e caixinhas de presente
    • 1 dado
    Como brincar:
    1. Junte parentes e amigos e embrulhem enfeites, doces e canetinhas, colocando um saquinho dentro do outro.
    2. Deixem os embrulhos perto da árvore. Reúna todos e sorteie quem vai começar.
    3. O sorteado pega um embrulho e joga o dado para saber quantas embalagens pode abrir. Se não chegar ao presente, outro jogador joga o dado e continua a abrir o mesmo pacote. Se chegar, ele fica com o presente e o jogo recomeça. 

    8. RECADOS ESPECIAIS
    Você vai precisar de:
    • Cartolina amarela
    • Caneta
    • Fita colorida 
    Como brincar:
    1. Se a festa vai ser na sua casa, desenhe e recorte estrelas de cartolina.
    2. Faça um furinho em cada uma e deixe-as perto da árvore de Natal.
    3. Cada convidado que chegar pode escrever uma mensagem especial em uma estrela e pendurá-la na árvore de Natal usando uma fita.
    4. Guarde as estrelas como lembrança desse dia especial, junto com as fotos da festa. 

    Fonte: Revista Recreio